Educadora licenciada pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, com formação diversificada passando pelos sistemas Angel e Klauss Vianna, Ilo Krugli e Ventoforte, Maria Adela Palcos e Río Abierto, Tadashi Endo e butoh-ma, Eugenio Barba e Odin Teatret. Especialista em Reabilitação Motora, atua e dirige o Grupo Teatrodança.
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
Os encantos de Angel Vianna que permanecem no Teatrodança
http://seminarioteatrodanca.wix.com/corpoteatrodanca
Em 1978 quando cheguei no Centro de Estudos do Movimento e Artes fui recebida pela Mestra Angel Vianna do modo cativante e acolhedor como recebia os que tinham os pés fora do Rio de Janeiro, os estrangeiros brasileiros que ali estavam nos anos em que fervilhavam as tendências que rompiam com os academicismos.
Cheguei sem saber como era e como fazer para conhecer as expressões corporais praticadas na escola de Angel e Klauss. Mas sabia que era permitido criar temáticas que incluíam as culturas brasileiras, e assim eu podia falar das minhas improvisações e deixá-las vir ao mundo.
Como bem dizem os artigos publicados sobre o Sistema de Trabalho Corporal quando falam sobre ela. Angel Vianna é trans-formadora, plural e abrangente. Lúcida demais nos seus mais de 80 anos, atualíssima!
Só ela, e somente ela, seria a melhor celebração para o Grupo Teatrodança por sermos seus praticantes convictos de que escolhemos o caminho que nos levará para essência do corpo dançante!
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
Ilhadas
"O lugar do teatro" é o tema do 22°
FNT - Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga, que
acontecerá de 05 a 12 de setembro na cidade serrana cearense. Ao longo dos oito
dias, mostras, debates, oficinas, cortejos, entre outras atividades, todas com acesso
gratuito, acontecem em espaços diversos, como o Teatro Rachel de Queiroz
(teatro pequeno), praças, escolas e outros locais da cidade. Com o tema desta
edição, o FNT convida os participantes e o público a uma reflexão sobre o
potencial do teatro para o desenvolvimento das cidades.
Ilhadas faz parte
de uma trilogia que se propõe a constituir linguagem com a qual uma artista da
cena começa a escrever sua própria história e sistematizar suas ideias,
teorias, técnicas e análises, como meio de preservar sua memória e construir
uma crítica que envolva diretamente a cena, investigando dramaturgias do corpo com
matrizes das expressões populares maranhenses.
A terra pode
ser distante da pessoa. Bertolt Brecht, em seu texto dramatúrgico A Mãe, no poema O Elogio da Terceira Coisa, diz como algo inerente pode unir duas
presenças. A terra maranhense ainda possui os piores indicadores. Negligência,
violência e exploração assassinam o feminino sagrado. A dor maior é a inocência
perdida. São meninas que somem. São mulheres que choram. O sentimento feminino
contra dor nas tradições brasileiras de lutas permanece no corpo e permite dar
continuidade ao ato de viver. Esconjura no passe da mina. Cabeceia no miolo do
boi. Sem medo, mulheres do mundo!
Lá vamos nós. Eu e a boneca minha companheira de trabalho desde 2011!
quinta-feira, 16 de julho de 2015
O turbilhão de um livro
Quando comecei a escrever o livro Vivendo Teatrodança, investigações da artista maranhense que faço questão de ser, não teria ideia de como passaria do estado contemplativo para a inserção no mundo.
Ontem, dia 15, na Livraria Leitura, foi decisivo. Na celebração com o público infantil, e como haviam crianças lá! de bebês a adolescentes bem críticos, fui chamada a dizer se vim e fico, ou se sou nuvem passageira. Canto quando falo e danço quando faço bordados.
Falar sobre processos criativos pode ser maçante se não estão conectados às sensibilidades que nos cercam. Daí meu compromisso com essa garotada. Estão alertas e não se achegam com mirabolâncias e discrepâncias. Chegam bem diretos. Implicam e adoram. Amargos e doces. Como viver. A personagem Juju Carrapeta só me lembra o escritor italiano Italo Calvino quando fala na leveza em suas propostas para o milênio. ...o salto ágil e imprevisto do poeta-filósofo que sobreleva o peso do mundo... Diz Calvino tornando quem escreve também um dançarino. Como somos educados para sermos pesados enquanto a impermanência do viver deveria nos deixar leves, soltos, livres!
É de meu gosto trabalhar para crianças. Quanto sou feliz e grata por Ilo Krugli por ter me colocado neste universo!
Ontem, dia 15, na Livraria Leitura, foi decisivo. Na celebração com o público infantil, e como haviam crianças lá! de bebês a adolescentes bem críticos, fui chamada a dizer se vim e fico, ou se sou nuvem passageira. Canto quando falo e danço quando faço bordados.
Falar sobre processos criativos pode ser maçante se não estão conectados às sensibilidades que nos cercam. Daí meu compromisso com essa garotada. Estão alertas e não se achegam com mirabolâncias e discrepâncias. Chegam bem diretos. Implicam e adoram. Amargos e doces. Como viver. A personagem Juju Carrapeta só me lembra o escritor italiano Italo Calvino quando fala na leveza em suas propostas para o milênio. ...o salto ágil e imprevisto do poeta-filósofo que sobreleva o peso do mundo... Diz Calvino tornando quem escreve também um dançarino. Como somos educados para sermos pesados enquanto a impermanência do viver deveria nos deixar leves, soltos, livres!
É de meu gosto trabalhar para crianças. Quanto sou feliz e grata por Ilo Krugli por ter me colocado neste universo!
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| Juju Carrapeta, Livraria Leitura, lançamento |
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| Serpente Protetora, Donana Jansen, Juju Carrapeta |
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| Seres em profusão na Livraria Leitura |
terça-feira, 23 de junho de 2015
domingo, 7 de junho de 2015
Conectados nas diversidades de linguagens
Mais uma vez a capital maranhense abriga uma plataforma com múltiplas linguagens e criações.
Conexão Dança, na sua sétima edição, com apresentações, conversas, formações, fóruns e dança! Com participação atuante o Grupo Teatrodança participou com a oficina O sentido compartilhado, corpo, memória e texto, lançamento do livro Vivendo Teatrodança e apresentando o espetáculo Flores.
Que sejam longas as vidas da Conexão!
Conexão Dança, na sua sétima edição, com apresentações, conversas, formações, fóruns e dança! Com participação atuante o Grupo Teatrodança participou com a oficina O sentido compartilhado, corpo, memória e texto, lançamento do livro Vivendo Teatrodança e apresentando o espetáculo Flores.
Que sejam longas as vidas da Conexão!
| Lançamento do livro, teatro da Cidade de São Luís, 1 de junho, Conexão Dança |
| Algo sem nome gera o orvalho e as virtudes, intervenção com Luciana Santos e Victor Vieira |
quarta-feira, 27 de maio de 2015
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