sexta-feira, 11 de março de 2016

Feira do livro Pan-amazônica

Olha só quem chegou! Dirão: mais uma feira?!
E chegou com diferenciais. Seu foco são os escritores dedicando lugar especial para a cultura regional, o que me move. E movimento é o propósito enquanto dançarina, atriz, diretora de um coletivo artística, educadora não formal em atividades criadoras, e por aí vai.
O fato de caminharmos eretos, de sabermos o que é alto ou baixo, esquerda, direita, enfim, de conhecermos a posição de nosso corpo no espaço demonstra que existem noções elementares comuns a todos nós, os seres humanos.
A dimensão ética surge quando o outro entra em cena. Esta frase molto bella não é minha e sim do pensador, filósofo e escritor Umberto Eco, que nos deixou faz bem pouco mas não será sua morte que impedirá que o ser nascido no Piemonte, responsável por uma produção incessante de discursos plurais, esteja fora de nossas vidas. Umberto Eco pensa que somente a educação constante desde a infância possa afastar o perigo da intolerância selvagem. Daí que muitas feiras que incentivam o livro e a leitura são necessárias para incrementar o sentido proprioceptivo da tolerância que será apreendida, sem dúvida, nas escolas.





Vamos lá! Na XX Feira Pan-Amazônica do Livro, no Ponto do Autor, estarei em conversa e lançamento, dia 05 de junho, às 17 horas.
Estaremos com corpo presente e levando conosco o Sr. Eco, aquele que em Cinco escritos morais reforça sua fé na educação.                      

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

O menino que existe em todos os corações


     Sabem quem é? Ilo Krugli, meu Mestre de vidas e artes, que mais que ensinamentos me apontou trilhas para seguir, como fazem os educadores que propõem uma educação libertária que encaminhe para o bem comum, sem preconceitos nem estereótipos.
    Recebi ontem minha homenagem no teatro maranhense. O mérito do amor companheiro de Rogério Tarifa, ator e diretor da Cia. São Jorge de Variedades, que fortaleceu o trabalho com tonicidade ainda maior para expressões da nossa terra que enfrenta com coragem "jorgeana" a vidraça que separa o pão e a fome, que ilude os que pensam que o amor e a liberdade não caminham bem juntos.
    Que as espadas de São Jorge, que são parte da mata do Miritiua, sejam empunhadas pelo amor que cresce como o sol e a lua que iluminam nossas vidas teatrodançantes!!